sábado, 2 de janeiro de 2016

"Ain't" ain't a word.

Sabe usar a palavra ain't?

Embora seja uma palavra meio-informal, entendendo bem o uso da palavra "ain't" pode tornar-se muito importante para vocês que pretendem viajar para os Estados Unidos. Aprenda o porquê com o Professor Michael Fuller.




Também pratique o seu entendimento e aspecto cultural com as músicas populares que usam esse término. Por exemplo...  https://www.youtube.com/watch?v=yZTmnyUWWpA


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

A receita do fracasso do brasileiro ao falar inglês



São Paulo – Os brasileiros, de forma geral, não falam bem inglês. Em ranking global de proficiência no idioma realizado pela empresa de educação EF Education First mostra os brasileiros em 38º lugar entre 63 países.
O baixo índice de domínio do inglês por parte da população brasileira é uma realidade construída desde aeducação pública básica e dados mostram isto de forma explícita.
Estudo do Instituto Plano CDE, encomendado pelo British Council, mostra que apenas 33% dos professores de escolas públicas têm certificação de proficiência em inglês. Ou seja, se nem os professores têm, o que esperar dos alunos.
“Existe uma falta de padronização, não se exige dos professores exame de proficiência. Os testes de admissão são simples”, diz o sócio-diretor do Plano CDE, Maurício de Almeida Prado.
De acordo com ele, a pesquisa, que contou com respostas de 1.350 professores de inglês de todas as regiões do país, mostra que impera a cultura do “quebra-galho” no ensino de inglês na rede pública do Brasil.
“A maioria dos professores que lecionam inglês dá aulas também de outras matérias. Não são especialistas em inglês e muitos relataram que o ensino da disciplina não é levado a sério pela direção da escola”, diz.
Segundo o levantamento, 38% dos professores dão mais do que 30 aulas por semana. Apesar da estabilidade, os profissionais são mal remunerados. Neste sentido, a rede privada concorre (e ganha) da rede pública em atratividade de profissionais.
“Não vá repetir o aluno por causa do inglês”
Há casos em que professores disseram ter sido desestimulados a reprovar alunos por conta do mau desempenho em inglês.“Muitos relataram que o ensino de inglês nas escolas públicas não tem a importância dada a matemática ou português.
A falta de valorização do aprendizado de inglês está na lei brasileira. “O ensino específico de inglês não é obrigatório, apenas o de uma língua estrangeira e não há definição de grade horária mínima”, diz Prado.
Também está na gestão do ensino, segundo a pesquisa da Plano CDE. “O professor de inglês é o mais solitário, não tem com quem praticar ou discutir o plano de aula, porque muitas vezes nem o coordenador pedagógico da escola fala o idioma. Não há troca, como ocorre entre os professores de outras disciplinas”, diz Prado.

A desvalorização da disciplina de inglês também está nas avaliações oficiais do Ministério da Educação (MEC). “De 180 questões no Enem, apenas 5 são de inglês”, afirma o diretor do Instituto Plano CDE.
Segundo Prado fica clara a má gestão dos recursos empregados para o ensino de inglês na rede pública. “ É um dinheiro que já é gasto com isso, mas é mal gasto”, diz.
Enquanto isso... no mercado de trabalho
Se por um lado, não se dá importância ao aprendizado de inglês na rede pública de ensino, o domínio do idioma é essencial aos olhos do mercado de trabalho. Profissionais em nível de coordenadoria fluentes no idioma conquistam salários até 62% mais altos do que colegas que não falam inglês, segundo pesquisa divulgada pela Catho.
“A questão da importância do inglês no mercado de trabalho é óbvia. Mas há ainda outro fator que é o fato de o falante de inglês tem mais acesso a conteúdos qualificados não traduzidos de cursos e textos na internet, por exemplo”, diz ele, lembrando também que a falta de domínio do inglês por parte dos brasileiros tem sido um entrave para o sucesso do programa Ciência Sem Fronteiras. Houve casos de bolsistas que tiveram de voltar ao Brasil justamente porque foram reprovados em testes de proficiência no idioma.
“Existe uma falta de padronização, não se exige dos professores exame de proficiência. Os testes de admissão são simples”, diz o sócio-diretor do Plano CDE, Maurício de Almeida Prado.
De acordo com ele, a pesquisa, que contou com respostas de 1.350 professores de inglês de todas as regiões do país, mostra que impera a cultura do “quebra-galho” no ensino de inglês na rede pública do Brasil.
“A maioria dos professores que lecionam inglês dá aulas também de outras matérias. Não são especialistas em inglês e muitos relataram que o ensino da disciplina não é levado a sério pela direção da escola”, diz.
Segundo o levantamento, 38% dos professores dão mais do que 30 aulas por semana. Apesar da estabilidade, os profissionais são mal remunerados. Neste sentido, a rede privada concorre (e ganha) da rede pública em atratividade de profissionais.
“Não vá repetir o aluno por causa do inglês”
Há casos em que professores disseram ter sido desestimulados a reprovar alunos por conta do mau desempenho em inglês.“Muitos relataram que o ensino de inglês nas escolas públicas não tem a importância dada a matemática ou português.
A falta de valorização do aprendizado de inglês está na lei brasileira. “O ensino específico de inglês não é obrigatório, apenas o de uma língua estrangeira e não há definição de grade horária mínima”, diz Prado.
Também está na gestão do ensino, segundo a pesquisa da Plano CDE. “O professor de inglês é o mais solitário, não tem com quem praticar ou discutir o plano de aula, porque muitas vezes nem o coordenador pedagógico da escola fala o idioma. Não há troca, como ocorre entre os professores de outras disciplinas”, diz Prado.

A desvalorização da disciplina de inglês também está nas avaliações oficiais do Ministério da Educação (MEC). “De 180 questões no Enem, apenas 5 são de inglês”, afirma o diretor do Instituto Plano CDE.
Segundo Prado fica clara a má gestão dos recursos empregados para o ensino de inglês na rede pública. “ É um dinheiro que já é gasto com isso, mas é mal gasto”, diz.
Enquanto isso... no mercado de trabalho
Se por um lado, não se dá importância ao aprendizado de inglês na rede pública de ensino, o domínio do idioma é essencial aos olhos do mercado de trabalho. Profissionais em nível de coordenadoria fluentes no idioma conquistam salários até 62% mais altos do que colegas que não falam inglês, segundo pesquisa divulgada pela Catho.
“A questão da importância do inglês no mercado de trabalho é óbvia. Mas há ainda outro fator que é o fato de o falante de inglês tem mais acesso a conteúdos qualificados não traduzidos de cursos e textos na internet, por exemplo”, diz ele, lembrando também que a falta de domínio do inglês por parte dos brasileiros tem sido um entrave para o sucesso do programa Ciência Sem Fronteiras. Houve casos de bolsistas que tiveram de voltar ao Brasil justamente porque foram reprovados em testes de proficiência no idioma.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pessoa gramatical e os pronomes sujeitos de inglês

Sabe o que significa a PESSOA GRAMATICAL.  É um conceito bem importante para entender e aprender qualquer idioma.  Começa entender-lo com os pronomes sujeitos.


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Merry Christmas!

Merry Christmas to all of you who are studying English!  Many blessings and good tidings in the year to come.

 And the Angel said to them: Fear not: for behold I bring you good tidings of great joy, that shall be to all the people:

11 For this day is born to you a Saviour, who is Christ, the Lord, in the city of David.

12 And this shall be a sign unto you: You shall find the infant wrapped in swaddling-clothes, and laid in a manger.

13 And suddenly there was with the Angel a multitude of the heavenly host, praising God, and saying:

14 Glory to God in the highest: and on earth, peace to men of good will.


quinta-feira, 24 de dezembro de 2015

Erros no Ensino e Metodologias de Aprender Inglês




Proibir o Português faz bem na aula?

Nem tanto. Muitas vezes acaba que o aluno não tem como tirar uma dúvida sobre perguntas bem importantes como a estrutura ou regras gramaticais. Porém tem muitos lugares de ensino de inglês que proíbem o português por completo. As vezes o resultado disso é ridículo com o professor caindo no chão para explicar o verbo "cair" e ainda assim os alunos não conseguem entender o que está acontecendo ou o professor precisa usar muito tempo para explicar alguma expressão que poderia ter esclarecido com explicações usando o idioma nativo do povo.  E qualquer nativo que conversa com alunos que estudam em ambientes assim percebe logo que o estudante tem um conceito muita vago das coisas e embola frequentemente na fala por não ter compreendido as regras essenciais da gramática.  

E a repetição com tradução?

Também não acho legal este método. O português deve ser usado como um ultimo recurso ou como uma maneira de esclarecer e explicar gramática. Porém os lugares que usam muita repetição e tradução só ensinam a pronuncia realmente e o aluno não tem um conceito das regras gramaticais.  A pessoa que estuda em lugares assim consegue montar frases em inglês porém acaba dependendo demais do português e traduze coisas na estrutura de português que não dá para entender em inglês.  Com tempo, esse hábito fixa na cabeça da pessoa como um vício e fica difícil tirar. Ainda pior é que este estudante acaba pensando que está dominando o idioma, mesmo embolando muito, porque não está consciente das regras gramaticais.  Esta metodologia é boa para o negocio que não quer perder alunos, porém nunca é bom para o aluno querendo entender o inglês de uma maneira fundamental. Repetição é necessário e as vezes a tradução esclarece muito, porém sem a gramática a sua aprendizagem não fica completa e sofre.  É melhor fazer algo bem e com paciência e tempo do que fazê-lo rápido e sem elementos essenciais.    


Para chegar falar com exito, o ideal seria uma combinação de: estudos gramaticais, repetição (para praticar a pronuncia), explicação dos términos/tradução, encenação, e muita prática falando até com nativos do idioma inglês.



terça-feira, 24 de novembro de 2015

BOOST YOUR VOCABULARY WITH EVERYDAY WORDS

Vocabulary Boost: Indefinite Pronouns

Para aprender outro idioma é essencial aprender o mínimo de términos gramaticais.  Um término essencial é a palavra noun. What is a noun?  Se quiser uma tradução seria um substantivo.  As vezes temos uma maneira de explicar a gramatica que fica um pouco diferente do que o português.  Eu te vou dizer da maneira que nos dizem toda a vida nas escolas dos estados unidos.

A noun is always a person, place or thing.

Um substantivo sempre é uma pessoa, um lugar ou uma coisa.  Hoje em dia acrescenta a isso uma ideia, porém eu considero que uma ideia é uma coisa e vamos deixá-o simples assim.

A atenção que quero dar aqui é aos indefinte pronouns.  Lembram-se que os pronomes são substantivos tecnicamente e eles podem ser o sujeito ou o objeto da ação.  A função dos pronomes é para representar o nome próprio do substantivo sem precisar repetir demais com o resultado de uma língua monótona.  Para saber mais sobre pronomes veja a postagem Pronouns 101 aqui.   

Aqui não vou falar sobre todos os indefinite pronouns mas somente uma lista de alguns que seguem uma padrão legal.

Uso

Usamos os indefinite pronouns quando não queremos referirmos a uma pessoa, lugar, ou coisa especifica. Usamos para não especificar o substantivo. A única coisa especifica deles é o quantifier que usamos como um prefixo para quantificar o número.


Estrutura

Primeira coisa que devo dizer é que não existe a forma deles (deste grupo da postagem) com "s" ou "es" de plural.  Na forma que eles aparecem vamos saber se são plurais ou singulares através do quantifier que é o prefixo de cada um deles. 

Os Quantifiers

some-
Este prefixo usamos para quantificar alguma parte.  Siga a regra de some: usamos este prefixo para afirmações somente.

any-
Este prefixo usamos para quantificar alguma parte.  Siga a regra de any: usamos este prefixo para negação e perguntas.

no-
Este prefixo usamos para quantificar nenhuma parte. Zero. *

every-
Este prefixo seria usado para quantificar tudo.



Agora vamos aplicá-los aos substantivos para formular este grupo de indefinite pronouns. 

Person
Este grupo é o único grupo com dois e também são sinônimos. Tanta faz.  Pode usar um ou o outro.

Someone/Somebody     (alguém)
Anyone/Anybody       (alguém [?] ninguém [-]dependendo do contexto)
No one/ Nobody            (ninguém para afirmação)
Everyone/ Everybody     (todo mundo...odeia Chris)


Place

Somewhere               (algum lugar)
Anywhere                  (algum [?] ou nenhum [-] lugar)
Nowhere                    (nenhum lugar para afirmação)            
Everywhere               (todo lugar)


Thing

Something              (alguma coisa)
Anything                 (alguma [?] ou nenhuma [-] coisa)
Nothing                   (nada)
Everything               (tudo)




 *Os que tem o prefixo no- são consideradas palavras negativa e nunca devem aparecer em uma frase com outras palavras negativas (como no, don't, not, won't, isn't etc.)














quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Colocação Correta de Inglés e como falar sem Bagunçar



Nesta postagem eu gostaria falar sobre uma regra de colocação que pode atrapalhar a sua aprendizagem.  Nesta colocação que me refere, vamos enfocar-nos nos adverbs. (Não é o meu objetivo aqui apresentar ou explicar vocabulário ou dar exemplos de adverbs).  Como toda a gramatica que foi explicada até agora, precisamos saber duas coisas para chegar a praticá-la com êxito.  Primeiro é o uso.  Qual é a função de um adverb?
"Ferociously" and "softly" are adverbs.


USO

Usamos os adverbs para 3 coisas distintas dos adjectives. 

1. Modificar o significado ou a maneira do verbo.  Podemos fazer-nos a pergunta assim:  Como que fez?  De qual maneira?  Lentamente? (Em geral, a maioria das palavras que terminam com o sufixo -mente, terminam com o sufixo -ly em inglês.  Há exceções).

Common example: I ran home quickly. 

2. Modificar o significado de um adjective.

Example: That's a pretty good reason.
Explicação: Isso é um motivo muito bom. "Pretty" está usado na forma de "muito" que está modificando o significado de "good".  Se fosse modificando o significado de "reason"-motivo- seria um adjective e estaria dizendo que é um motivo bonito.  Veja porque é importante a colocação?  "Um motivo muito bom".  Se eu falar, "um motivo mais ou menos bom" ou "um motivo não muito bom" o que muda é o significado de bom por vários graus. Isto é importante.

3. Modificar o significado dos outros adverbs. Sim, é verdade. Pode usar os adverbs até para descrever outros adverbs.

Example: He ran very fast.
Explicação: Nesta oração a palavra "fast" é um adverb porque está modificando a maneira em que correu.  ("Fast" é uma palavra que pode usar também como adjective, além de ser também um substantivo-jejum).  A palavra "very" está modificando o significado de "fast". Outros exemplos seriam: "kind of fast", "sort of fast", "really fast", etc.


Adverbs of frequency
A colocação dos adverbs of frequency é fácil.  Pode referir-se a página 47 do seu student book 1 para mais instruções.  A colocação é imediatamente antes do verbo principal e se tiver auxiliary verb coloca-se no médio dos dois verbos.

Examples:
I always eat fish on Fridays.
 [freq. adverb]  [verb]

I don't always take the bus to school.
  [aux. verb]   [ adverb]      [main verb]

We usually pray the rosary everyday.
      [freq. adverb]  [verb]                                  [adverb of time]


The Other Adverbs

Agora que já sabem alguns dos adverbs mais simples, preciso informar-lhes que há outros adverbs que tratam-se com phrases que modificam o verbo no sentido de tempo, maneira, e lugar.  Aqui a colocação requer um pouco mais atenção.  Primeiro vamos falar sobre a padrão neste caso antes de chegar as exceções. 

Adverbs of manner, Adverbs of place, Adverbs of time

A padrão dos verbos na colocação está nesta ordem: manner, place, time. 
Example: He laughed loudly in the classroom yesterday.
                                  [manner]                      [place]             [time]

Example 2:  She lived in a cabin in the woods all her life.
                                           [place]                   [place]                [time]

No exemplo 2 não há um adverb of manner.  Colocamos o adverb of place imediatamente depois do verbo.   Se tiver dois adverbs of place, como no exemplo 2, colocamos o mais especifico primeiro.

Examples: I went to my home in Minnesota.
                                     [more specific]                   [less specific]
        
                                      I stood in the corner of the building on Popular Street.
                                      [more specific]                     [less specific]                                          [least specific]

Isto é importante e vocês precisam dominar este aspeto do idioma para poder falar com proficiência. Um detalhe bem importante também é que nunca deve colocar os adverbs entre o verb e o object.  Esta regra aplica-se mais aos verbos transitivos.

Example: I eat supper in the dining room.
                    verb       object                     adverb of place
                 
 Error:     I eat in the dining room supper.


Exceções

A exceção mais importante é quando o verbo é um verbo de movimento: go, walk, run, swim, drive, etc.  Quando o verbo é um verbo de movimento a regra gramatica é que preciso colocar primeiro o lugar.  Faz sentido, né?  O mais importante é para onde vai e se não coloca isso primeiro pode criar uma confusão.

Example: I travel to Rio by bus every December.
                  [verb of motion] [ place]      [manner]                         [time]



A colocação é assim e precisa obedecer esta regra gramatical.  Com um pouco de pratica apos entender os princípios, fica fácil.

Example 2: We flew to the island in a helicopter last spring.
                        verb of motion                 place                          manner                                time


Exceção comum: EMPHASIS!

As vezes a gente explica uma regra e depois alguém repara que há uma oração ou frase que não siga a regra que explicamos. Frequentemente vejamos isto com uma exceção de enfase.  Por enfase, permite-se colocar os adverbs no começo da oração ou no final da oração e separá-lo com uma virgula. 

Examples: Lately, I haven't seen any deer in the backyard.
               [adverb of time]        [aux. verb]   [main verb]          [object]                   [adverb of place]

                                       O normal seria: I haven't seen any deer in the backyard lately.

                    Interestingly, there are seven sacraments.

                    Quickly, I sprang from the chair to my feet.

Podem-se colocar os adverbs of manner imediatamente antes do verbo principal para enfase também, igual como na colocação dos adverbs of frequency.

Examples:   I quickly sprang from the chair to my feet.
                        [adverb]
                     He slowly started to walk in my direction.
                            [adverb]
                      
Atenção! Não pode colocar os adverbs no começo para enfase se a frase não reter sentido.

Errors:    In Spain, he was last night.

                 In Rio, we were for three days.

Explicação: Quando usamos a virgula para separar a frase neste caso, a frase precisa ter um sentido independente do resto da oração. Se isolarmos tudo depois da virgula temos: He was last night. Esta frase não tem nenhum sentido.  Está faltando o object ou lugar, porém precisa um dos dois para ser correto gramaticamente.  Isto é uma regra universal de inglês e bem importante.  Deixa a pessoa pensando...we were what for three days??  Não da para entender e é errado. Em contraste, se vejamos os outros exemplos, da para fazê-lo. 

O uso da vírgula neste caso não é para separar itens em uma lista. Está usada para separar uma frase da outra parte da oração.  Pelo menos uma das frases precisa poder ser uma oração completa gramaticamente.  Por isso permite-se no exemplo aqui:

Example:      Quickly, I sprang from the chair to my feet.
                                  or
                                   I sprang from the chair to my feet.