sexta-feira, 22 de janeiro de 2016

O "You" Pode Ser Plural? Nope!

Neste vídeo estou esclarecendo um tema importante. Muitos professores y instituições respeitáveis ensinam que o "you" pode ser também plural. Os falantes não nativos isto já se tornou um problema na fala quando querem traduzir vocês como "you". Estou demostrando porque não se deve considerar o "you" como o pronome pessoal da segunda pessoa plural.

Eu resolvi abordar este tema pelo simples fato que não concordo com "you" usado como plural. No ensino de inglês como idioma não nativo vi este tema ser muito pouco entendido. Todo professor diz que o "you" também é plural. O "you" pode ser entendido impessoal...pessoas em geral. Neste caso os idiomas latinos usam o reflexivo. É uma expressão e isto fica mais claro se analisarmos o que é o reflexivo...o reflexivo é usado quando a ação é feito pelo sujeito ao sujeito. Qual é o sujeito na frase: "aqui não se pode fumar"? É entendido como pessoas em geral. Em inglês usamos "you" e em situações mais formais usamos "one". Também é uma expressão idiomática. Uma coordenadora de um lugar de ensino de idiomas me falou "you talk a lot". Um pouco depois me falou "you don't talk much". Depois entendi que ela estava pensando "você" na primeira frase e "vocês" na segunda frase. Simplesmente é um erro e não dá para entender. O correto seria: "you and your students don't talk much". Usar "you" como vocês é um erro grave no ensino de inglês. Nos casos quando "you" é usado e as pessoas acham que pode ser plural, e sempre "you" como "pessoas em geral". Em português se expressa isso com o pronome reflexivo, porêm é somente uma maneira de expressar "pessoas em geral" porque o sujeito não está definido.

quinta-feira, 14 de janeiro de 2016

Preparing Learners for the Academic World – Post 2 Robert McLarty

Preparing Learners for the Academic World – Post 2 Robert McLarty

“Is all on it?” I heard these four simple words and didn’t have a clue what the Italian student in front of me in the queue was asking about. He was an international student getting his lunch along with some fellow students in an Oxford café last week. The person serving him looked equally confused until he pointed to the condiments. “All. Olive all”. “Oh, Olive Oil. S’already dressed”, she replied and I left them to it. His poor pronunciation and grammar created a short, but not dramatic, breakdown in communication, the sort of thing that can happen time and again to international students. The shorter the utterance, the more room for confusion. 

Although we usually think of reading and writing as the key skills required by students for the academic world, listening and speaking are equally important. Pronunciation is a key element of both of them. Although we cannot rid the Italian completely of his strong accent there is plenty we can do to raise his awareness of some of the key elements. Both outside and inside the lecture theatre and classroom, how well he expresses himself and how effectively he listens will become vital to him. In terms of confidence, pronunciation can make such a difference to a student and any help with listening is always welcome. Areas teachers can work on effectively during any presessional course include sense groups, sentence and word stress, intonation, linking and rhythm. You can literally take any sentence and analyse and practise it looking at each of these elements in turn. This comes from Oxford Learner’s Dictionary of Academic English and is the kind of sentence you may well hear in a seminar or lecture.

 Following a national shift from coal to oil in 1959, Japan’s mining industry went into decline. 

By asking the class which words take the main stress, which ones are completely unstressed, where the speaker pauses, which words are linked, what the intonation pattern is, etc you will raise their awareness of these elements. Oral practice of the sentence will push them to imitate as closely as possible the original model and it is fair to say that most of them can get closer than they think. Working on four or five sentences like this every lesson will really instill in them a need to articulate clearly and to listen effectively. When they are listening to English, they need to listen in chunks or sense groups. This sentences has four, each of which is the answer to a Wh question. Why? Following a national shift from coal to oil When? in 1959 What? Japan’s mining industry What ? went into decline. This activity can continue with each student choosing a sentence to dictate to the rest of the class aiming for as perfect pronunciation as possible. When their colleagues cannot grasp a particular word encourage them to ask, Did you say notional or national? I didn’t catch the last word, When did it happen? etc. This will be useful language to have when they are in seminars and lectures at a later date.

 Another useful activity for raising awareness on larger samples of speaking comes when they are practising making presentations. The pronunciation habits you are trying to teach them on a sentence level can easily be applied to the paragraph level, or in presentation terms, what is said about one particular slide. A simple activity is to ask your students to present an illustration or explanation of some key terms in their field as if they were explaining them to a non-specialist. In the time it takes to explain hydrophobic as opposed to hydrophilic, (in other words one mixes with water and the other repels water so soap molecules have both parts) your student will have spoken enough words to give you a good sample to work on. Take the same areas as above and try to really push them as far as they can go in terms of delivery. Note the two adjectives are a good example of contrastive stress when we are talking about them together and the stress will fall on the syllable which differentiates them, phob or phil. Extend this activity further by asking them to film themselves, or have a classmate do it, on their own smartphones so that they have a recording to review as many times as they want not only to practise but to act as an example of where their pronunciation was at the beginning of the course. Hopefully by the end it will be much improved. Listening and speaking are such important skills it is important they are not overlooked. They have the benefit of being able to be practised in short bursts and I would always advocate frequent rather than long practice sessions. Your learners will soon start to notice progress and will appreciate the usefulness of the exercises when they are working on a project with fellow students later in the academic year. 

Robert McLarty runs his own consultancy, McLarty Languages Ltd. He is a coursebook writer, an EAP teacher and is the Senior Tutor for the Oxford Teachers’ Academy. He is Editor of Modern English Teacher. He has run language schools in Paris and Oxford and worked for Oxford University Press for ten years.

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terça-feira, 5 de janeiro de 2016

As Palavras VERY e MANY

Quer saber usar as palavras "very" e "many"? Quer saber quais palavras usamos na fala natural para substituí-las? Aprenda aquí!


sábado, 2 de janeiro de 2016

"Ain't" ain't a word.

Sabe usar a palavra ain't?

Embora seja uma palavra meio-informal, entendendo bem o uso da palavra "ain't" pode tornar-se muito importante para vocês que pretendem viajar para os Estados Unidos. Aprenda o porquê com o Professor Michael Fuller.




Também pratique o seu entendimento e aspecto cultural com as músicas populares que usam esse término. Por exemplo...  https://www.youtube.com/watch?v=yZTmnyUWWpA


terça-feira, 29 de dezembro de 2015

A receita do fracasso do brasileiro ao falar inglês



São Paulo – Os brasileiros, de forma geral, não falam bem inglês. Em ranking global de proficiência no idioma realizado pela empresa de educação EF Education First mostra os brasileiros em 38º lugar entre 63 países.
O baixo índice de domínio do inglês por parte da população brasileira é uma realidade construída desde aeducação pública básica e dados mostram isto de forma explícita.
Estudo do Instituto Plano CDE, encomendado pelo British Council, mostra que apenas 33% dos professores de escolas públicas têm certificação de proficiência em inglês. Ou seja, se nem os professores têm, o que esperar dos alunos.
“Existe uma falta de padronização, não se exige dos professores exame de proficiência. Os testes de admissão são simples”, diz o sócio-diretor do Plano CDE, Maurício de Almeida Prado.
De acordo com ele, a pesquisa, que contou com respostas de 1.350 professores de inglês de todas as regiões do país, mostra que impera a cultura do “quebra-galho” no ensino de inglês na rede pública do Brasil.
“A maioria dos professores que lecionam inglês dá aulas também de outras matérias. Não são especialistas em inglês e muitos relataram que o ensino da disciplina não é levado a sério pela direção da escola”, diz.
Segundo o levantamento, 38% dos professores dão mais do que 30 aulas por semana. Apesar da estabilidade, os profissionais são mal remunerados. Neste sentido, a rede privada concorre (e ganha) da rede pública em atratividade de profissionais.
“Não vá repetir o aluno por causa do inglês”
Há casos em que professores disseram ter sido desestimulados a reprovar alunos por conta do mau desempenho em inglês.“Muitos relataram que o ensino de inglês nas escolas públicas não tem a importância dada a matemática ou português.
A falta de valorização do aprendizado de inglês está na lei brasileira. “O ensino específico de inglês não é obrigatório, apenas o de uma língua estrangeira e não há definição de grade horária mínima”, diz Prado.
Também está na gestão do ensino, segundo a pesquisa da Plano CDE. “O professor de inglês é o mais solitário, não tem com quem praticar ou discutir o plano de aula, porque muitas vezes nem o coordenador pedagógico da escola fala o idioma. Não há troca, como ocorre entre os professores de outras disciplinas”, diz Prado.

A desvalorização da disciplina de inglês também está nas avaliações oficiais do Ministério da Educação (MEC). “De 180 questões no Enem, apenas 5 são de inglês”, afirma o diretor do Instituto Plano CDE.
Segundo Prado fica clara a má gestão dos recursos empregados para o ensino de inglês na rede pública. “ É um dinheiro que já é gasto com isso, mas é mal gasto”, diz.
Enquanto isso... no mercado de trabalho
Se por um lado, não se dá importância ao aprendizado de inglês na rede pública de ensino, o domínio do idioma é essencial aos olhos do mercado de trabalho. Profissionais em nível de coordenadoria fluentes no idioma conquistam salários até 62% mais altos do que colegas que não falam inglês, segundo pesquisa divulgada pela Catho.
“A questão da importância do inglês no mercado de trabalho é óbvia. Mas há ainda outro fator que é o fato de o falante de inglês tem mais acesso a conteúdos qualificados não traduzidos de cursos e textos na internet, por exemplo”, diz ele, lembrando também que a falta de domínio do inglês por parte dos brasileiros tem sido um entrave para o sucesso do programa Ciência Sem Fronteiras. Houve casos de bolsistas que tiveram de voltar ao Brasil justamente porque foram reprovados em testes de proficiência no idioma.
“Existe uma falta de padronização, não se exige dos professores exame de proficiência. Os testes de admissão são simples”, diz o sócio-diretor do Plano CDE, Maurício de Almeida Prado.
De acordo com ele, a pesquisa, que contou com respostas de 1.350 professores de inglês de todas as regiões do país, mostra que impera a cultura do “quebra-galho” no ensino de inglês na rede pública do Brasil.
“A maioria dos professores que lecionam inglês dá aulas também de outras matérias. Não são especialistas em inglês e muitos relataram que o ensino da disciplina não é levado a sério pela direção da escola”, diz.
Segundo o levantamento, 38% dos professores dão mais do que 30 aulas por semana. Apesar da estabilidade, os profissionais são mal remunerados. Neste sentido, a rede privada concorre (e ganha) da rede pública em atratividade de profissionais.
“Não vá repetir o aluno por causa do inglês”
Há casos em que professores disseram ter sido desestimulados a reprovar alunos por conta do mau desempenho em inglês.“Muitos relataram que o ensino de inglês nas escolas públicas não tem a importância dada a matemática ou português.
A falta de valorização do aprendizado de inglês está na lei brasileira. “O ensino específico de inglês não é obrigatório, apenas o de uma língua estrangeira e não há definição de grade horária mínima”, diz Prado.
Também está na gestão do ensino, segundo a pesquisa da Plano CDE. “O professor de inglês é o mais solitário, não tem com quem praticar ou discutir o plano de aula, porque muitas vezes nem o coordenador pedagógico da escola fala o idioma. Não há troca, como ocorre entre os professores de outras disciplinas”, diz Prado.

A desvalorização da disciplina de inglês também está nas avaliações oficiais do Ministério da Educação (MEC). “De 180 questões no Enem, apenas 5 são de inglês”, afirma o diretor do Instituto Plano CDE.
Segundo Prado fica clara a má gestão dos recursos empregados para o ensino de inglês na rede pública. “ É um dinheiro que já é gasto com isso, mas é mal gasto”, diz.
Enquanto isso... no mercado de trabalho
Se por um lado, não se dá importância ao aprendizado de inglês na rede pública de ensino, o domínio do idioma é essencial aos olhos do mercado de trabalho. Profissionais em nível de coordenadoria fluentes no idioma conquistam salários até 62% mais altos do que colegas que não falam inglês, segundo pesquisa divulgada pela Catho.
“A questão da importância do inglês no mercado de trabalho é óbvia. Mas há ainda outro fator que é o fato de o falante de inglês tem mais acesso a conteúdos qualificados não traduzidos de cursos e textos na internet, por exemplo”, diz ele, lembrando também que a falta de domínio do inglês por parte dos brasileiros tem sido um entrave para o sucesso do programa Ciência Sem Fronteiras. Houve casos de bolsistas que tiveram de voltar ao Brasil justamente porque foram reprovados em testes de proficiência no idioma.

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

Pessoa gramatical e os pronomes sujeitos de inglês

Sabe o que significa a PESSOA GRAMATICAL.  É um conceito bem importante para entender e aprender qualquer idioma.  Começa entender-lo com os pronomes sujeitos.


sexta-feira, 25 de dezembro de 2015

Merry Christmas!

Merry Christmas to all of you who are studying English!  Many blessings and good tidings in the year to come.

 And the Angel said to them: Fear not: for behold I bring you good tidings of great joy, that shall be to all the people:

11 For this day is born to you a Saviour, who is Christ, the Lord, in the city of David.

12 And this shall be a sign unto you: You shall find the infant wrapped in swaddling-clothes, and laid in a manger.

13 And suddenly there was with the Angel a multitude of the heavenly host, praising God, and saying:

14 Glory to God in the highest: and on earth, peace to men of good will.